O bandolinista Altino Toledo e o violonista Alexandre Bauab Junior fundaram, em março de 1993, o Grupo de Choro, nas dependências do Conservatório de Tatuí. A ideia era ter um grupo com dedicação exclusiva ao choro por meio de estudos, pesquisas e divulgação do gênero.
Desde sua origem, seu ineditismo esteve sempre focado em seu caráter pedagógico. Além de apresentações públicas, o grupo atua na formação de novos músicos e novos públicos, primando por recitais beneficentes, sem perder a qualidade.
A partir disso, gravou seu primeiro CD em 1999. A gravação ocorreu em tempo recorde – seis horas – com objetivo de passar ao ouvinte uma audição fiel de uma “roda de choro”, com seus erros e acertos, livres dos truques comuns nas gravações. O grupo tem, ainda, participações nos CDs “Horn Brasil” (do trompista Adalto Soares); “Soleil” (da cantora francesa Clementine, artista da Sony Music do Japão); e assina a trilha do longa-metragem “Divino”, sobre o jogador de futebol Ademir da Guia.
Com carreira intensa, o grupo se apresentou em diferentes pontos do Estado de São Paulo, incluindo a Sala São Paulo, o Teatro Claudio Santoro (Campos de Jordão), Sesc Paulista (no programa “Brasil Instrumental” da TV Sesc-Senac), palco da TV Cultura (dentro do programa “Jazz & Companhia”) e Memorial da América Latina (São Paulo). Dentre as inúmeras apresentações, destaca-se a realizada em julho de 2004, no Festival de Inverno de Campos do Jordão, quando o grupo executou, acompanhado pela Orquestra Sinfônica Paulista, o concerto “Retratos”, de Radamés Gnattali, para Bandolim e Orquestra; além do concerto na Sala São Paulo em 2010.
A criação do grupo, seis anos após sua fundação, foi decisiva para que o Conservatório de Tatuí se tornasse a primeira escola de música brasileira – mantida por um Governo Estadual – a incluir o gênero choro em seu currículo, como matéria pedagógica.
Desde sua origem, seu ineditismo esteve sempre focado em seu caráter pedagógico. Além de apresentações públicas, o grupo atua na formação de novos músicos e novos públicos, primando por recitais beneficentes, sem perder a qualidade.
A partir disso, gravou seu primeiro CD em 1999. A gravação ocorreu em tempo recorde – seis horas – com objetivo de passar ao ouvinte uma audição fiel de uma “roda de choro”, com seus erros e acertos, livres dos truques comuns nas gravações. O grupo tem, ainda, participações nos CDs “Horn Brasil” (do trompista Adalto Soares); “Soleil” (da cantora francesa Clementine, artista da Sony Music do Japão); e assina a trilha do longa-metragem “Divino”, sobre o jogador de futebol Ademir da Guia.
Com carreira intensa, o grupo se apresentou em diferentes pontos do Estado de São Paulo, incluindo a Sala São Paulo, o Teatro Claudio Santoro (Campos de Jordão), Sesc Paulista (no programa “Brasil Instrumental” da TV Sesc-Senac), palco da TV Cultura (dentro do programa “Jazz & Companhia”) e Memorial da América Latina (São Paulo). Dentre as inúmeras apresentações, destaca-se a realizada em julho de 2004, no Festival de Inverno de Campos do Jordão, quando o grupo executou, acompanhado pela Orquestra Sinfônica Paulista, o concerto “Retratos”, de Radamés Gnattali, para Bandolim e Orquestra; além do concerto na Sala São Paulo em 2010.
A criação do grupo, seis anos após sua fundação, foi decisiva para que o Conservatório de Tatuí se tornasse a primeira escola de música brasileira – mantida por um Governo Estadual – a incluir o gênero choro em seu currículo, como matéria pedagógica.
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