sábado, 4 de agosto de 2018

Maíni Moreno

A harpista Maíni Moreno iniciou seus estudos aos 7 anos de idade, no Conservatório de Tatuí, com a renomada harpista Liuba Klevtsova. Frequentou masterclasses com Sasha Boldachev (Rússia) e Josh Layne (Canadá). Participou de importantes Festivais, como os Cursos de Férias do Conservatório de Tatuí, Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC), o Festival de Campos de Jordão e o Festival Música nas Montanhas, dentre outros, tendo tido aulas com professores como Liuba Klevtsova, Talita Martins, Silke Aichhorn (Alemanha), Rita Constazi (EUA), Suélem Sampaio, Soledad Yaya, Paola Baron (Itália) e Cristina Braga (Brasil) e Gisele Boeters (Holanda), dentre outros renomados mestres. Em 2016 formou-se no curso de harpa do Conservatório de Tatuí sob orientação da professora Talita Martins (Brasil).

De 2012 a 2014 tocou na Orquestra Jovem Sinfônica do Conservatório de Tatuí sob regência do Maestro Juliano Arruda. De 2012 a 2016 atuou na Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, sob regência do Maestro João Maurício Galindo. De 2013 a 2016 foi bolsista da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí sob regência do Maestro Dario Sotelo. Desde 2015 é harpista convidada na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). Em 2016 atuou como solista da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, sob a regência de João Maurício Galindo, executando o Concerto de C. Reinecke. Em 2017 participou do CD das sinfonias de Villa-Lobos com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo sob regência do Maestro Isaac Karabtchavisky.

Atualmente Maíni Moreno é harpista da Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo.

2018

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Simeão José Sobral


Simeão José Sobral - Nasceu em São Paulo no dia 29 de novembro de 1916, para garantir um parto mais seguro para sua mãe, e logo depois veio para Tatuí, cidade de sua família. Casou-se em 1946 com a professora Rosa Palumbo Sobral, com quem viveu por quase 50 anos, quando ela faleceu. É pai de Romilda Maria Sobral e Álvaro Sobral. Em 2002, depois de quase seis meses viúvo, reencontrou Maria Elisabeth Amadei Vieira de Camargo, a Bete, com está convivendo até os dias de hoje.

Uma personalidade marcante da Cidade Ternura, Simeão cursou o primário em Tatuí no Grupo Escolar João Florêncio e o secundário no Liceu Coração de Jesus, em São Paulo. Posteriormente, pela paixão a Matemática, cursou a Faculdade de Engenharia, mas não chegou a concluir. Se formou no curso de Direito da Faculdade do Largo de São Francisco.

Em 1945, Simeão passou a trabalhar em Tatuí, onde atuou até 1997 nas áreas cível, criminal e trabalhista. Exerceu a advocacia durante 52 anos e completou seu centenário de nascimento como membro ativo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Simeão foi um dos associados fundadores do Rotary Club de Tatuí, em 29 de agosto de 1947, e é um rotariano em plena atividade. Também atuou na fundação da atual Escola Técnica Dr. Gualter Nunes, da Fundação Educacional Manoel Guedes (Femague) e da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Tatuí. 

Foi vereador na 4ª Legislatura (1º de janeiro de 1960 a 31 de dezembro de 1963), tendo sido suplente durante a 1ª e a 2ª Legislaturas (1º de janeiro de 1948 a 31 de dezembro de 1951 e 1º de janeiro de 1952 a 31 de dezembro de 1955) e foi provedor da Santa Casa em 1962. A Câmara Municipal de Tatuí concedeu a ele o título de Cidadão Tatuiano por meio da Resolução nº 17 de 1985.

Nos esportes, Simeão foi três vezes presidente da Associação Atlética XI de Agosto, onde em sua gestão, em 1968, construiu o Ginásio de Esportes, ao lado de uma comissão formada por Juca Machado, Milton Stape, Oswaldo Del Fiol, Pedro Gagliardo e Mário Baiardi. Ele foi também presidente da Junta Disciplinar Esportiva da Liga Tatuiana de Futebol em 1957/1958.

Em 2016, ano de seu centenário, foi escolhido para carregar a tocha olímpica em sua passagem por Tatuí rumo ao Rio de Janeiro (foto).

Cia. Exodus Art's

Foi fundada em 12 de outubro de 2013, por alunos do Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos”, de Tatuí, que estudavam no primeiro ano do curso de Artes Cênicas Adulto. Em janeiro de 2014, a companhia deu início as suas atividades, se inscrevendo para participar do Projeto “Ademar Guerra”, com o intuito de buscar um apoio artístico que pudesse orientar o grupo em seu início de vida e de trabalho.

O grupo realizou, então, o espetáculo “Rasga Coração” de Oduvaldo Vianna Filho. No ano seguinte, montou a peça “Bestialógicos Humanos”, baseada no texto “A história é uma Istoria”, de Millôr Fernandes. Em 2017, 2018 e 2019, produziram os espetáculos “Anexins”, “Era uma vez um Pangaré” e “Acima de qualquer suspeita”, respectivamente.

Além dos espetáculos, o grupo também conta com a intervenção “Trocamos abraços por histórias”, e alguns trabalhos realizados em parceria com o Museu Histórico “Paulo Setúbal”, da Prefeitura de Tatuí. Atualmente, realiza seus trabalhos de forma virtual, devido a pandemia da COVID-19, entre eles “Joaninha da Silva”, “Era uma vez um Pangaré” e “Cadê Minha Mãe?”.

domingo, 29 de julho de 2018

Cerâmica Colina

A Indústria de Cerâmica Colina iniciou sua atividade em junho de 1985.

Depois de mais de 30 anos de atividade, a Cerâmica Colina é uma empresa tecnologicamente avançada e dedicada exclusivamente à fabricação e comercialização de artefatos de cerâmica e barro cozido para uso na construção.

A unidade fabril está situada em Tatuí, região situada sobre uma formação geológica com argila de excelente qualidade, e conta com dezenas de representantes espalhados pelo estado de SP, atendendo um raio de 300 km.

A empresa dedica-se à produção de blocos, tijolos, telhas e lajes cerâmicas. A inovação e o desenvolvimento são pilares estratégicos da atual administração. A Cerâmica Colina tem efetuado ao longo dos últimos 20 anos grande investimentos em equipamentos com tecnologia de ponta aos mais variados níveis, assegurando a elevada competitividade e qualidade dos produtos fabricados e uma contínua pesquisa das últimas tendências do setor.

O sucesso da Cerâmica Colina em manter-se nesse segmento há mais de 30 anos se deve à competência administrativa da família Candiani e aos quase R$ 10 milhões investidos em diversos equipamentos de tecnologia de ponta.

domingo, 10 de junho de 2018

Paulo Afonso Estanislau

Paulo Afonso Estanislau é regente de dois grupos musicais administrados pela Fundec: a Orquestra Experimental e a Banda Sinfônica de Sorocaba, onde toca tímpano. Natural de Tatuí, Paulo Afonso Estanislau teve seus primeiros ensinamentos musicais com as professoras Maria Aparecida Holtz e Yolanda Rigonelli. É formado em tímpanos, percussão e acessórios pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, de Tatuí. Atuou como percussionista e timpanista nas mais diversas formações ao longo de sua vida musical, incluindo a Orquestra Sinfônica da USP, sob a regência do maestro Eleazar de Carvalho, Orquestra Sinfônica de Tatuí, sob a regência do maestro Jamil Maluf; e Orquestra Sinfônica de Campinas, sob a regência do maestro Benito Juarez.

sábado, 2 de dezembro de 2017

Jair Teodoro de Paula

O V Concurso Interno de Violão do Conservatório de Tatuí foi uma homenagem ao violonista Jair Teodoro de Paula, que foi o primeiro professor do curso de Violão Clássico da escola, contratado em setembro de 1969. Numa época em que não havia método de ensino, partituras e fotocópias, ele escrevia peças, lições e exercícios à mão no caderno de cada um dos seus 70 alunos. Com tantos estudantes para atender semanalmente, as aulas tinham que ser ministradas em conjunto, o que marcou o início de uma nova experiência didática. Jair de Paula fez história no Conservatório de Tatuí e faleceu em janeiro de 2012, aos 78 anos.

Seu primeiro contato com o violão ocorreu por volta dos 22 anos. Inicialmente, tocava de ouvido. Depois, conheceu o Método Prático de Américo Jacomino e começou a estudar sozinho as posições dos acordes, até ingressar no Conservatório Musical Carlos Gomes, de Campinas, onde se formou em 1962 no curso de Violão Erudito. 

Participou de seminários e master classes com os mais importantes nomes da música, como H. J. Koellreutter, Eleazar de Carvalho, Ulisses Rocha, Mario Ulloa de León Biriotti. Na carreira artística, era integrante do Quarteto Villa-Lobos, com o qual se apresentou em diversos festivais, recitais e Semana da Música do Conservatório de Tatuí. Também foi recitalista no II Festival da Seresta, XXXIV Semana Paulo Setúbal, ambos em Tatuí, e na XV Semana das Monções, em Porto Feliz.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Bruno Moraes Pereira

Bruno M. Pereira (foto: Cristiano Mota)
Bruno Moraes Pereira - Nascido em Jaboticabal, interior de São Paulo, Bruno Moraes Pereira é jornalista formado pelo Centro Universitário Barão de Mauá e pesquisa sobre a relação da imprensa escrita com a ditadura militar.

Tem experiência no jornalismo impresso, online e rádio, como os veículos O Progresso de Tatuí, A Voz de Cravinhos (Cravinhos/SP), Portal Revide (Ribeirão Preto/SP), jornal Debate (Jaboticabal/SP) e rádio Vida Nova AM (Jaboticabal/SP).

Foi o vencedor da categoria “Blog” no 16º Congresso Intercom Sudeste, em 2012, realizado na cidade de Ouro Preto/MG, com o trabalho “Vigilantes da Notícia: um Olhar Crítico sobre a Imprensa Brasileira”.

Autor do livro "Jornalismo em Tempos de Ditadura: a relação da imprensa com os ditadores", publicado pela Paco Editorial e lançado no Museu Paulo Setúbal, em Tatuí, no dia 29/11/2017.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Semana da Música

A Semana da Música foi criada em 1960 pela professora Yollanda Rigonelli, uma das diretoras do Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, de Tatuí, como forma de destacar alunos solistas da escola. A ideia era dar oportunidade para que os estudantes exibissem a evolução de seus estudos, além reunir também alguns convidados ilustres. É o evento mais longevo da instituição, realizado anualmente na semana do dia 22 de novembro – Dia do Músico e Dia de Santa Cecília, a padroeira dos músicos.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Juliano de Arruda Campos

Juliano de Arruda Campos - Formado pelo Conservatório de Tatuí e pela ECA-USP, Juliano participou de encontros, masterclass, workshops e festivais de música em várias partes do mundo.

Com uma formação abrangente, vem idealizando e realizando importantes projetos artísticos e pedagógicos no Brasil e exterior, construindo sua trajetória musical de forma completa como maestro, flautista premiado, jurado, pesquisador e professor, tendo atuado nos últimos anos em festivais nos Estados Unidos, Itália, Suíça, Argentina, Paraguai, Peru e Costa Rica onde, por muitas vezes, pode divulgar e estrear o repertório brasileiro.

Leciona no Conservatório de Tatuí nas disciplinas de Flauta Transversal, Música de Câmara e Prática de Conjunto, sendo regente titular da Orquestra Sinfônica Jovem e principal flautista da Orquestra Sinfônica do Conservatório. Em seus estudos acadêmicos atuais, realizou estudos como aluno especial no curso de pós-graduação da ECA-USP nas disciplinas de Concepções Harmônicas do Século XX, com o professor Dr. Marcos Branda Lacerda, e de Estudo Epistemológico da Criação Musical, com o professor Dr. Pedro Paulo Salles.

Grupo teatral ArteemQ

Arteemq - O grupo ArteemQ surgiu em 2011 na cidade de Tatuí com o curta metragem “O Diabo de Macário”, inspirado na obra “Macário”, de Álvares de Azevedo, para fins acadêmicos. Durante o início, sem muito compromisso, produziu outros dois curtas: “Matheusa e Matheus”, inspirado na obra de Qorpo Santo, e “Morra, Beatriz!”, inspirado na obra “A Morta”, de Oswald de Andrade. A primeira experiência teatral foi com a intervenção/cena “La vie Boheme”, recorte do famoso musical da Broadway, “Rent”, apresentado como performance em um bar no fim de 2011. 

Em 2012 fez pequenas temporadas no palco italiano, com “Johny e Duda” e “Devo Engolir Senhorita Heart”, de Gabriel Tonin, “Benzedrino e Magnólio e a Sopa de Pedra”, adaptado do texto de Tatiana Belinsky e um quase monólogo experimental chamado “O Metamorfético”. Ainda em 2012, coproduziu um projeto educacional em um sítio recreativo com o espetáculo itinerante "Trilha Folclórica - Em Busca do Caçador Porco" e também um "espetáculo-teste" chamado "O Maníaco do Gato e a Mentira do Diabo". Ganhou uma Menção Especial para a Linguagem Dramatúrgica pelos textos "O Metamorfético" e "Devo Engolir Senhorita Heart?" no XXV FETESP, em 2012. 

No ano de 2013 produziu em parceria com o Centro Cultural Alfredo Jacob, de Tietê, o curta-metragem "Aquário - A Grande Verdade", com texto e direção de Gabriel Tonin, contando com um elenco de mais de 30 atores. Seus últimos trabalhos foram os curtas "Gente de Bem", em parceria com a Cia Palavra de Arte, e o espetáculo "O Fantasma do Peixe", que teve estreia dia 13 de agosto de 2016. 


Estrearam no dia 8 e 9 de agosto de 2017 as duas primeiras partes da trilogia “Natura in Love”, de criação e concepção da artista Jenyffer Lisboa, co-criação de Iuri Proença, e textos de Gabriel Tonin.

15nov2017

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Celso Veagnoli

A Big Band do Conservatório de Tatuí é coordenada por Celso Veagnoli, graduado em Educação Artística pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Tatuí, e em saxofone erudito pelo Conservatório de Tatuí. É docente do Departamento de Música da Unicamp desde 2001. Foi colaborador na criação e formatação do curso de MPB/Jazz do Conservatório de Tatuí, no qual leciona desde 1990. Foi arranjador do "Festival de MPB – Certame da Canção" de Tatuí nos anos 2010, 2011, 2012 e 2014. Dirigiu, de 1991 a 1994, a Big Band "Semifúsica", formada por alunos do Conservatório de Tatuí. 

Celso Veagnoli participou de concertos com a Orquestra Sinfônica de Campinas, sob a regência dos maestros Aylton Escobar, Jamil Maluf e Victor Hugo Toro. Atuou como primeiro sax alto e soprano na Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí por 12 anos, com a qual gravou oito CDs. Integrou a primeira formação do madrigal cênico "Da Boca Pra Fora" (hoje Coro Sinfônico do Conservatório de Tatuí), atuando também como regente coral. Integrou vários outros grupos do conservatório, como a Big Band "Prata da Casa", "Projeto Sinfônico", quartetos de saxofone, etc. 

Por seis anos integrou a Jazz Combo do Conservatório ("Cambanda Jazz Combo"), grupo com o qual gravou um CD atuando como músico e assistente de produção. Em 2006, conquistou uma vaga como integrante da Big Band, tornando-se coordenador do grupo em 2010.

09nov2017

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Antonio Vaz Lemes

Antonio Vaz Lemes é pianista solista, colaborador em repertório camerístico e vocal, com sólida formação musical tanto como instrumentista clássico como popular. Estudou em prestigiosas instituições brasileiras, como o Conservatório de Tatuí, o Instituto de Artes da Unesp e a EMESP Tom Jobim. Na França, além de um período fértil de aulas com Noël Lee, frequentou regularmente o Conservatoire Américain de Fontainebleau e a Académie Francis Poulenc. Entre aulas e master classes, recebeu a orientação de mestres como Phillipe Entremont, Alicia de Larrocha, Jean-Phillipe Collard, Christian Ivaldi, François Le Roux, Nahin Marum e Gilberto Tinetti.

Esteve frente a orquestras como a do Festival Eleazar de Carvalho, Sinfônicas de Campo Grande, Paraíba, São Caetano do Sul, Tatuí e Sergipe. É co-fundador da Sociedade Pianosofia, que divulga a música de câmara em inúmeros saraus particulares em São Paulo. Ao lado do cantor Edson Cordeiro, realizou temporada de mais de 100 shows na Alemanha e gravou o elogiado álbum Contratenor, que em 2006 foi indicado ao Latin Grammy Awards na categoria Melhor Álbum Clássico. 

Com o apoio da Capes, defendeu mestrado em performance com a pesquisa Dedilhado pianístico e suas relações com princípios técnicos e musicais, no Instituto de Artes da Unesp. Seu primeiro álbum solo “Sonata Brasileira” é também o primeiro álbum-aplicativo lançado na música clássica mundial. Amplamente aclamado pela crítica nacional e internacional, registra tanto sua técnica e musicalidade como seus interesses e inquietações artísticas. Residente em São Paulo, desde 2005 Antonio Vaz Lemes é professor da Escola Municipal de Iniciação Artística EMIA, onde desenvolve intensa atividade pedagógica na iniciação pianística infantil.

João Maurício Galindo

João Maurício Galindo – Um dos mais ativos diretores de orquestra brasileiros, está à frente da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo há 11 anos e à frente da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí desde 2011. Foi regente da Orquestra Amazonas Filarmônica, Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e atuou como convidado de muitas outras, como a Sinfônica de Campinas, Sinfônica do Paraná, Petrobrás Sinfônica do Rio de Janeiro, Filarmônica de Belgrado, Sinfônica de Bari (Itália) e Orquestra Sinfônica de Roma. Foi também regente da Orquestra de Alunos dos Festivais de Campos do Jordão em 1998, 2000 e 2002.

Defensor de que a boa música não deve ser privilégio de elites, empenha-se em levá-la a um número cada vez maior de pessoas. Assim, mantém dois programas radiofônicos de sucesso na Rádio Cultura de São Paulo, o “Pergunte ao Maestro”, e o “Encontro com o Maestro”. Na TV Cultura apresenta o “Pré-Estreia”. Foi um dos criadores da série de concertos infantis beneficentes “O Aprendiz de Maestro”, realizada há 10 anos na Sala São Paulo, produzida pela Tucca, associação que cuida de crianças e adolescentes com câncer. Em 2009 publicou, pela editora Melhoramentos, o livro “Música, pare para ouvir”.

Com muitos anos dedicados à atividade pedagógica, é um dos maiores especialistas brasileiros em ensino de instrumentos de cordas, tendo trabalhado nessa atividade no Sesc e no Projeto Guri. Foi também professor do Instituto de Artes da Unesp. É Bacharel em Composição e Regência pela UNESP, e mestre em Musicologia pela USP.

sábado, 7 de outubro de 2017

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Dr. Emílio Ribas

EMÍLIO Marcondes RIBAS nasceu em Pindamonhangaba SP em 11/04/1862 e faleceu em São Paulo SP em 19/02/1925. Pai: Cândido Marcondes Ribas. Mãe: Andradina Machado Ribas.

Mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar Medicina, formando-se, com mérito, em 1887, pela Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil. Casou-se e e foi morar em Santa Rita do Passa Quatro e depois em Tatuí.

Consta que o Dr. Emílio Ribas foi trazido a Tatuí pelo industrial Manoel Guedes e que, além de clinicar, era médico da Fábrica São Martinho.

No entanto, no livro O Espetáculo da Cultura Paulista: Teatro e TV em São Paulo, de Davi José Lessa Mattos, consta que o Dr. Salles Gomes, importante médico, fez vir do Rio de Janeiro a Tatuí o médico sanitarista Emílio Ribas, para instalar rede de esgotos e dotar a cidade de serviços de água encanada.

Emílio residia no centro da cidade, no bangalô que ainda hoje pode ser visto na esquina das ruas Prudente de Morais e Treze de Maio, onde posteriormente morou outro médico, o Dr. Augusto Lanza. O local onde está hoje o Lar Donato Flores, era sua chácara. Ele doou a área para a construção de uma beneficência para os portadores de Mal de Hansen, que ficou conhecido como.“Hospital do Isolamento”. Mais tarde, os doentes foram removidos para a Vila São Lázaro, ficando ali abrigados até a década de 30.

Ele residiu em Tatuí durante 6 anos, e seus três filhos nasceram aqui, como conta o livro “Emílio Ribas, o Guerreiro da Saúde”, de José Lelis Nogueira.

Em 1895 foi nomeado inspetor sanitário e começou a trabalhar em São Paulo. Combateu diversas epidemias no interior do estado. Um ano depois, tornou-se diretor do Serviço Sanitário de São Paulo. Nesta época conseguiu debelar um surto de febre amarela.

Sua gestão no Instituto Sanitário duraria quase duas décadas. Durante este período, exterminou grande quantidade de viveiros do mosquito da febre amarela, o “aedes aegypti”, que também pode transmitir a dengue. Em 1904, reduziu a febre amarela a apenas dois casos no estado de São Paulo.

Foi para Cuba acompanhar estudos dos médicos Walter Reed e Carlos Finley. Voltou ao Brasil e defendeu a tese da transmissão da doença pelo mosquito, e não pelo contágio direto. A partir daí os doentes deixaram de ser mantidos em isolamento. O Hospital de Isolamento de doenças contagiosas em São Paulo passou a chamar-se Hospital Emílio Ribas, tornando-se o maior centro de infectologia da América Latina.

As ações sanitárias de Emílio Ribas no combate à febre amarela, em São Paulo, ocorreram simultaneamente às campanhas de Oswaldo Cruz contra a doença, no Rio de Janeiro.

Nos anos de 1908 e 1909, Emílio Ribas fez várias viagens de estudos e conferências pela Europa e pelos Estados Unidos. Ribas atuou ainda como sanitarista no combate a outras doenças endêmicas do estado de São Paulo. Combateu a peste bubônica, a tuberculose e a lepra.

Em seus últimos anos criou um asilo especializado para hansenianos, próximo a São Paulo, que visitava três vezes por semana. Em 1922 fez sua última conferência no centro acadêmico da faculdade de medicina da Universidade de São Paulo. Três anos depois, faleceu, aos 63 anos de idade.


Em 1903, o doutor Emílio Ribas realizou uma curiosa experiência. Trancou-se numa sala com alguns voluntários e deixou-se picar por um mosquito contaminado com o vírus da febre amarela. Em outra sala fez voluntários dormirem vestindo camisas de doentes de febre amarela sujas de urina e vômito. Dessa maneira o médico – contaminado pela febre amarela – provou que a doença não se adquire por contato direto com pessoas doentes. Felizmente, ele ficou apenas algumas semanas de cama e se restabeleceu.

Foi um dos fundadores do Instituto Butantã SP.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Mayara Rios

Mayara Rios é natural de Belém, no Pará. Iniciou-se na música aos 10 anos, estudando teclado em Bambuí-MG, o que permitiu um contato musical em festas culturais. Na adolescência mudou-se com a família para Tatuí, a fim de ingressar no Conservatório. Na instituição, retomou seus estudos de teclado, participou da implantação do inédito curso de Musicografia Braille e realizou aulas em Canto Popular. Apresentou-se em casas de show de Recife, Fortaleza, Brasília e Rio de Janeiro e em Feiras de Tecnologia Inclusiva realizadas pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. Em 2012 foi aprovada como bolsista de canto na Jazz Combo do Conservatório de Tatuí, sob coordenação de Paulo Flores, com a qual percorreu vários municípios do estado de São Paulo, cantando ao lado de Arismar do Espírito Santo, Rodrigo Ursaia, Edmundo Villani-Côrtes, Vinícius Dorin, entre outros. Ainda com a Jazz Combo, participou do mais recente trabalho do guitarrista Lupa Santiago, a ser lançado em breve. Em sua formação, destaca o aprendizado com os professores Andrea dos Guimarães, Beto Correa, Cláudio Casarini, Meire Varella, Karla Gambarotto, Maria Antônia Negrão, Paulo Flores, Fábio Leal, Paulo Signori, Marcelo Silva e Heverton Silveira. Participou de workshops com Sandro Albert, Sara Serpa, Débora Gurgel, Gabriel Grossi e Rodrigo Ursaia. Atualmente, ministra workshops de música em instituições protestantes de Tatuí e região com o objetivo de fomentar e incentivar a valorização dos ritmos brasileiros neste segmento. Possui formação em Canto (MPB e Jazz), Teclado (MPB e Jazz), Teoria Musical, Percepção Auditiva, Harmonia, Prática de Conjunto, Improvisação, História da Música, Repertório de Canção, Piano Complementar e Percussão Complementar.

Duo Maracutaia

O músico Rodrigo Sacco é natural de São José do Rio Preto. Iniciou na adolescência o gosto pela arte e na juventude percorreu 18 estados do Brasil e países da América Latina para interagir com diferentes culturas musicais e de artesanato. No campo da percussão, participou de festivais nacionais e internacionais de choro, de MPB, de percussão e instrumental, além de fazer parte de grupos de diversos gêneros musicais e se apresentar em locais de grande importância, como SESC, SESI, teatros diversos, centros acadêmicos da Unesp, USP, Unicamp e UFSCar, e até mesmo em ruas e praças. Possui formação musical pelo Conservatório de Tatuí – tendo integrado, em 2015 e 2016, a Big Band profissional - nos cursos de Percussão MPB/Jazz e Percussão Choro e, também, pela ETEC de Artes de São Paulo. Rodrigo trabalha com apresentações de grupos de gêneros variados, ministra aulas particulares e oficinas em centros culturais e de referência de assistência social nos municípios de Tatuí, Quadra, Porto Feliz e Itapetininga, além de atuar nas ong Arte pela Vida e Associação Monte Carmelo.

Já Mayara Rios é natural de Belém, no Pará. Iniciou-se na música aos 10 anos, estudando teclado em Bambuí-MG, o que permitiu um contato musical em festas culturais. Na adolescência mudou-se com a família para Tatuí, a fim de ingressar no Conservatório. Na instituição, retomou seus estudos de teclado, participou da implantação do inédito curso de Musicografia Braille e realizou aulas em Canto Popular. Apresentou-se em casas de show de Recife, Fortaleza, Brasília e Rio de Janeiro e em Feiras de Tecnologia Inclusiva realizadas pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. Em 2012 foi aprovada como bolsista de canto na Jazz Combo do Conservatório de Tatuí, sob coordenação de Paulo Flores, com a qual percorreu vários municípios do estado de São Paulo, cantando ao lado de Arismar do Espírito Santo, Rodrigo Ursaia, Edmundo Villani-Côrtes, Vinícius Dorin, entre outros. Ainda com a Jazz Combo, participou do mais recente trabalho do guitarrista Lupa Santiago, a ser lançado em breve. Em sua formação, destaca o aprendizado com os professores Andrea dos Guimarães, Beto Correa, Cláudio Casarini, Meire Varella, Karla Gambarotto, Maria Antônia Negrão, Paulo Flores, Fábio Leal, Paulo Signori, Marcelo Silva e Heverton Silveira. Participou de workshops com Sandro Albert, Sara Serpa, Débora Gurgel, Gabriel Grossi e Rodrigo Ursaia. Atualmente, ministra workshops de música em instituições protestantes de Tatuí e região com o objetivo de fomentar e incentivar a valorização dos ritmos brasileiros neste segmento. Possui formação em Canto (MPB e Jazz), Teclado (MPB e Jazz), Teoria Musical, Percepção Auditiva, Harmonia, Prática de Conjunto, Improvisação, História da Música, Repertório de Canção, Piano Complementar e Percussão Complementar.

domingo, 9 de abril de 2017

Instituto Cultural Amadeus

O Instituto Cultural Amadeus foi fundando em 30/10/2013 por um grupo de músicos estudantes do Conservatório de Tatuí, liderados e orientados pelo maestro Luís Bernardo Trindade. A orquestra de câmara Amadeus Orchestra é oriunda deste grupo de alunos do Conservatório, onde os jovens estudantes se reúnem para fazer boa música e pelo prazer de tocar, decidiram criar um projeto de educação musical nas escolas, fundando então o Instituto. Hoje com quatro anos de fundação, o Instituto em parceria com o Movimento Popular Práxis e o Centro Sociocultural atendem a 120 crianças e jovens com quatro grupos pedagógicos em funcionamento: o Coral Etec, a Amadeus Orchestra, a Camerata de Violões e as aulas de música para crianças, jovens carentes e a comunidade em geral. Todos esses trabalhos são voluntários dentro dos grupos por parte dos professores que ministram as aulas. E os jovens participam das aulas de música e grupos artísticos gratuitamente, ajudando na formação de novos cidadãos voltados para a arte, cultura e educação.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

CEU - Cultura e Esporte Unificados

Projeto do Governo Federal teve investimento de R$ 2 milhões em parceria com a Prefeitura. Foi inaugurado em 14 de maio de 2015.

O CEU (Cultura e Esporte Unificados) das Artes de Tatuí está entre os 10 melhores do país. A avaliação é de Hingridy Fassarella Caliari, que é consultora da Unesco e atua junto ao Ministério da Cultura e monitora os 70 Centros de Artes e Esportes Unificados espalhados por todo país. Ela esteve no município em maio de 2016 e ficou impressionada com a quantidade de atividades gratuitas oferecidas à população e o número de pessoas que utilizam a estrutura. 

Durante sete dias, Hingridy levantou dados e entrevistou usuários. Esse trabalho será publicado em uma revista que apresentará modelos e referências para o bom funcionamento dos CEUs, já que 357 unidades estão em construção. A ideia é compartilhar experiências positivas e boas práticas que sirvam para orientar a gestão dos centros, já que alguns têm dificuldades na promoção de atrações e não conseguem mobilizar público. “Fiquei surpreendida com o que vi. São muitas atrações e muita participação popular. A cidade conhece e reconhece o trabalho do CEU ‘Fotógrafo Victor Hugo da Costa Pires”, explicou. 

O complexo oferece diariamente, das 7h às 22h, uma enorme gama de atividades como aulas de zumba, ginástica, boxe, basquete, além de cursos de teatro e de desenho. O espaço contempla biblioteca, cursos de informática oferecidos à população por meio do telecentro, teatro, quadra poliesportiva, pista de skate, salas multiuso, pista de caminhada, além de uma unidade do CRAS (Centro de Referência à Assistência Social), que atende 5 mil famílias de 17 bairros

Atualmente, passam pelo CEU cerca de 400 pessoas por dia, 12 mil por mês. Muitos frequentadores vêm inclusive de bairros mais distantes. O Jardim Santa Rita é o que mais tem registrado participação, com cerca de 40% dos usuários atuais. 

A avaliação de projeção nacional chega justamente no momento em que o CEU de Tatuí completa um ano de existência. 

O prefeito José Manoel Correa Coelho, Manu, considera o CEU o maior investimento esportivo e cultural da história da cidade, com investimentos de R$ 2 milhões através de parceria entre a Prefeitura e o Governo Federal. “É uma das mais importantes realizações do nosso governo. Transformamos um pedaço de terra e de mato, abandonado, em um espaço de cultura, esporte e lazer para nossos jovens"

O CEU atende grupos de teatro como Sete Chaves, Atores em Conserva, Garagem e Cia. e Grupo Pedro Couto, que utilizam o espaço para ensaios e apresentações.

O teatro recebe ainda reuniões, palestras, aulas e apresentações de violão, canto coral, balé e dança gaúcha. Conta ainda com um telão para exibição de filmes, sempre gratuitos. 

A Biblioteca do CEU conta com mais de 5.000 livros. Eles podem ser lidos no espaço, à rua Ana Rosa Monteiro, 475, na Vila Santa Helena, ou retirados por meio de empréstimos que dura uma semana.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Daniel Satler

Formado no Conservatório de Tatuí, sob a orientação do professor Luciano Vaz. Iniciou seus estudos musicais na Escola C.E.U. Navegantes, no projeto São Paulo é uma Escola, sob a orientação do professor Everton Moreira Evangelista (2005 á 2008), estudou no Centro de Estudos Musicais (ULM) sob a orientação do Professor Dráuzio Chagas, no ano de 2008.

Participou do VI e VII Curso de férias Coreto Paulista, V Festival de música SESC Pelotas (2015), V encontro internacional de metais (2014) em Tatuí. Participou da Banda sinfônica Jovem do estado de São Paulo (2013), atuou como músico convidado da Orquestra Jazz sinfônico Tom Jobim.

Foi instrutor de musicalização nas escolas da rede estadual e municipal da cidade de Sorocaba. Participou de aulas e masterclasses com os professores, Gregory Fritze, José Yáñez Garrido, Raymundo de Souza Ferraz, Marcos dos Anjos Júnior, Darrin Coleman Milling (trombone baixo), Luiz Ricardo Serralheiro e Albert Savino Khattar.

Atualmente [2017] é tubista do Junção Low e do Quinteto Tubass. Integrou também na Banda Sinfônica do conservatório de Tatuí, incluindo uma gravação de CD em comemoração a seus 20 anos, sob a regência de Dario Sotelo Calvo. Foi Vencedor do Concurso interno jovens Solistas 2015 com a Orquestra Jovem do Conservatório de Tatuí

sábado, 12 de dezembro de 2015

Antonio Cândido de Almeida e Silva

Nasceu em 1845 e faleceu em 1930. Foi juiz de direito em Tatuí e desembargador do TJSP.

Firmino Antonio da Silva Whitaker

Nasceu em 1866 e faleceu em 1934. Foi juiz de direito em Tatuí e desembargador do TJSP.

Gabriel Gomide

Nasceu em 1856 e faleceu em 1917. Foi juiz de direito em Tatuí e desembargador do TJSP.

Antonio do Amaral Vieira

Nasceu em 1865 e faleceu em 1947. Foi juiz de direito em Tatuí e desembargador do TJSP.

Adalberto de Campos Maia

Nasceu em 1866. Foi promotor de justiça em Tatuí. Faleceu em 1935.

Laurindo Dias Minhoto Junior

Nasceu em Tatuí em 1905. Desembargador em 1954. Faleceu em 1997.

Manoel Augusto Vieira Neto

Nasceu em Tatuí em 1911. Foi desembargador em 1965. Faleceu em 1989.

José Carlos Gonçalves Xavier de Aquino

Nasceu em 1951. Desembargador em 1999. Foi juiz de direito em Tatuí.

João Batista Morato Rebouças de Carvalho

Nasceu em 1962. Desembargador em 2012. Foi juiz de direito em Tatuí.

Theodureto de Almeida Camargo Neto

Nasceu em 1959. Desembargador em 2014. Foi juiz de direito em Tatuí.

Maurício Lemos Porto Alves

Nasceu em 1957. Foi juiz de direito em Tatuí. Foi nomeado desembargador em 2013.

Francisco Olavo Guimarães Peret Filho

Nasceu em 1958. Nomeado desembargador em 2009. Foi juiz de direito em Tatuí.

José Fernando dos Santos Almeida

Nasceu em 1953. Foi nomeado desembargador em 2010. Foi juiz de direito em Tatuí, onde fixou residência.

Antonio Diogo de Salles

Nasceu em 1950 e morreu em 2015. Foi nomeado desembargador do TJSP em 2006. Foi juiz de direito em Tatuí.

Ruy Coppola

Nasceu em 1948. Nomeado desembargador em 2005. Foi juiz de direito em Tatuí.

Antonio Carlos Sampaio Pontes

Nasceu em 1939. Foi juiz de direito em Tatuí. Foi nomeado desembargador do TJSP em 2005.

Adalberto Garcia da Luz

Nasceu em 1871. Foi promotor de justiça em Tatuí. Foi desembargador do TJSP pelo quinto constitucional. Faleceu em 1940.

João Batista de Arruda Sampaio

Nasceu em 1902. Foi juiz de direito em Tatuí. Foi nomeado desembargador do TJSP em 1956. Faleceu em 1987.

Odyr José Pinto Porto

Nasceu em 1927. Foi juiz de direito em Tatuí. Foi presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo no biênio 1992/1993. Faleceu em 1988. 

José Luiz Fonseca Tavares

Nasceu em Tatuí em 1930. Foi nomeado desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo em 1983. Foi vice-presidente do TJSP em 1998/1999/2000.

Paulo Neves

Nasceu em 1915. Foi juiz de direito em Tatuí. Em 1983 foi nomeado desembargador do TJSP.

Alexandre Moreira Germano

Nasceu em Tatuí em 1934. Em 1992 foi nomeado desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Silvio de Salvo Venosa

Silvio Venosa nasceu em 1945. Foi juiz de direito em Tatuí. Em 2006 assume o cargo de desembargador do TJSP.

Fernando de Albuquerque Prado

Nasceu em 1922 e faleceu em 1979. Foi juiz de direito em Tatuí. Assumiu o cargo de desembargador do TJSP em 1979.

Ciro Pinheiro e Campos

Nasceu em 1947. Foi juiz de direito em Tatuí. Em 2005 assumiu como desembargador do TJSP.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

José Fernando Benito De la Cruz

José Fernando Benito De la Cruz nasceu em Lima (Peru) e iniciou seus estudos musicais aos oito anos de idade. Posteriormente ingressou ao Conservatório Nacional de Lima, onde estudou violoncelo, pedagogia musical, técnica vocal e integrou alguns conjuntos vocais, entre eles o Coro Sinfônico e o Coro Masculino do Conservatório. Integrou também outros grupos vocais na cidade de Lima, com longa experiência em repertório vocal e instrumental. Desenvolveu e aperfeiçoou seus estudos no Conservatório de Tatuí, nas áreas de regência e canto lírico. Aperfeiçoou seus estudos de regência instrumental, sob orientação do maestro Dario Sotelo. Ingressou no curso de canto lírico, tendo como orientadora a professora Damares Matheus e posteriormente a professora Marilane Bousquet, que o orientou até a conclusão do curso e no aperfeiçoamento. Integrou o Coro Sinfônico do Conservatório de Tatuí, sob a regência do maestro Fausto Cadmo, tendo participado da montagem da ópera “Dido e Eneas”, “Elixir de amor”, e de inúmeros concertos, encontro de corais e de masterclasses de canto lírico e em eventos organizados em semanas especiais pela instituição. (2015)

Maria Eugênia Sacco

Maria Eugênia Sacco é bacharela em cravo pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e graduada em nível universitário pelos exames internacionais do Trinity College London. Em Amsterdã, Holanda, fez curso de aperfeiçoamento com Anneke Uittenbosch no Conservatorium Sweelinck (1994-1995) e na Academie voor Oude Muziek (1995-1996), com Patrick Ayrton. Foi convidada pelo cravista Ilton Wjuniski a participar de seus cursos na “Académie Musicale de Villecroze” – França (estágio de cravo em 2001 e atelier de Musicologia em 2003) e no “Conservatorio Superior de Salamanca” – Espanha (Curso de Musica para teclas de los siglos XVI y XVII, en 2001). No período de três anos (de 2000 a 2003), foi assistente do professor Ilton Wjuniski na Fundação Magda Tagliaferro, em São Paulo, no projeto pedagógico apoiado pela Fundação Vitae. Nesse período, foi orientada pelo professor Ilton Wjuniski nos estudos de cravo, baixo contínuo e música de câmara barroca. Em 2006, teve a oportunidade de tocar como continuista na montagem da ópera “L’Orfeo”, de Claudio Monteverdi, sob a regência da maestrina Mara Campos, no Theatro Municipal de São Paulo. É professora de cravo, baixo contínuo e música de câmara, no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí, e de cravo e baixo contínuo na Fundação Magda Tagliaferro. É integrante dos grupos Lira D’ Orfeo, Duo Auleum, Raro Tempero e Duetto.

Juliano Buosi

Juliano Buosi iniciou seus estudos de violino em 1988, no Conservatório Estadual de Música (CEMPA-MG). Em 1994 ingressou na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), onde se graduou no curso de regência, sob a orientação de Henrique Gregori. A partir de 2002, muda-se para Espanha onde se graduou em violino barroco na Escola Superior de Musica de Catalunya (ESMUC), tendo como professores Manfredo Kraemer e Pablo Valetti. Desde então desenvolve seus estudos de música antiga, participando de diversos festivais nesta área, tanto no Brasil como no exterior, trabalhando com diversos professores, tais como Edmundo Hora, Luis Otávio Santos, Manfredo Kraemer, Rinaldo Alessandrini, Paul Mc’Cresh, William Christie, Gabriel Garrido e Jordi Savall com os quais colaborou em inúmeras gravações de CD’s, rádio e TV. Atualmente é professor de violino/viola barroco do Departamento de Perfomance Histórica do Conservatório de Tatuí.

Cristine Bello Guse

Cristine Bello Guse é mezzo-soprano formada pelo Instituto de Artes da Unesp e mestre em Práticas Interpretativas sob a orientação da Profª. Dra. Martha Herr. Defendeu o trabalho “O cantor-ator, um estudo sobre a atuação cênica do cantor na ópera”, foi publicado pela editora da UNESP. Recentemente, reingressou na pós-graduação desta instituição para cursar o programa de doutorado em Teoria e Praxis do Processo Criativo, novamente sob a orientação da Profª. Dra. Martha Herr. Iniciou sua atuação como solista no Núcleo Universitário de Ópera, atuando em West Side Story, O Mikado, Forrobodó, Os Piratas de Penzance e A Ópera dos três Vinténs. Entre outras participações estão a personagem Melissa da ópera de La Liberazzione di Ruggero dell’Isola d’Alcina, Maddalena de Rigoletto, Flora de La Traviata e a personagem título da ópera Orfeo ed Eurídice de C. W. Gluck. No repertório sacro atuou como solista em Stabat Mater de G. Pergolesi, Réquiem de W. A. Mozart, Cantata 29 de J. S. Bach, Beatus Vir e Gloria de A. Vivaldi, Missa Nelson de J. Haydn, Come ye sons of Art de H. Purcell e Oratório de Natal de C. Saint-Säens. Também fez parte do ensemble da produção de Möeller & Cia; Botelho do musical A Noviça Rebelde durante a temporada em São Paulo. Em 2012, especializou-se em atuação cênica para cantores no Wesley Balk Opera/Music-Theater Institute em Minneapolis/EUA. Em 2013, estreou como diretora cênica no espetáculo Bastião & Bastiana, uma adaptação da ópera de W. A. Mozart realizada pelo Núcleo de Ópera do Conservatório de Tatuí. Atualmente, leciona regularmente o Workshop Preparação do performer da ópera, destinado a desenvolver a habilidade de integração vocal e cênica em jovens cantores interessados neste mercado de trabalho. Faz parte do colegiado de professores de canto lírico e música de câmara do Conservatório “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí e de canto lírico da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”. (2015)

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Lourenço Ceciliato

Artista plástico, Lourenço Ceciliato nasceu em Tatuí no dia 18/03/1917 e faleceu em 26/04/1970. Filho dos imigrantes italianos Otávio Ceciliato e Laurentina Martins Ceciliato, casou-se com Antonia Ramos, com quem teve 13 filhos: Leonor, Walter, Lourenço, Luiz, Tereza, Paulo, Vilma, Emir, Dirceu, Darci, Valdemir, Marisa e Celso Otávio. Formou-se em artes pela Escola Industrial Salles Gomes, de Tatuí, e trabalhou como inspetor de alunos nas escolas estaduais Eugênio Santos  e João Florêncio. Nas artes, participou da segunda exposição da Bienal de Artes de São Paulo, em 1953. Seu nome está nos livros do folclorista Alceu Maynard Araújo. Algumas de suas obras estão expostas em museus da Europa. Em Tatuí, sua obra mais conhecida é o busto em bronze de Getúlio Vargas,  na Praça Manoel Guedes (a praça do Museu), inaugurada no dia primeiro de maio de 1955, dia do trabalho, depois da morte do presidente da República. "Lourenço Ceciliato foi o maior artista plástico que tivemos", declarou certa vez o artista Josué Fernandes Pires.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Robson Gonçalves

Regente do Coro Sinfônico do Conservatório de Tatuí. Barítono. Formado em Canto Lírico pelo Conservatório de Tatuí, iniciou seus estudos de música em 1984 na cidade de Mauá (SP), onde nasceu. Já em Tatuí, a partir de 1999, foi orientado pelas professoras Damares S. Matheus e Angelina Colombo Ragazzi. Fez parte do Grupo EMME – Escola de Ministério de Música e Evangelismo em Atibaia (SP) no ano de 1997, e integrante do Quarteto Palavra da Vida – PV4 em 1998, grupos esses que se apresentaram por várias regiões do Brasil. Foi integrante, chefe de naipe, regente convidado e regente assistente do Coral “Da Boca pra Fora”, entre os anos de 2000 a 2009, e integrante do Coro Sinfônico do Conservatório de Tatuí de 2009 a 2015, no qual teve importante participação como solista e monitor de prática de conjunto. Iniciou o curso de Regência Coral em 2007, na mesma instituição. (Informações do Conservatório de Tatuí).

Coro Sinfônico do Conservatório de Tatuí


O Coro Sinfônico do Conservatório de Tatuí foi fundado em 1988. É formado por cerca de 30 alunos bolsistas e professores-monitores da instituição. O grupo oferece aos estudantes uma ampla experiência do ambiente profissional voltado para a atividade coral.

O Coro Sinfônico vem realizando apresentações importantes de repertório a capella, de música brasileira, repertório sinfônico e óperas. Uma das características marcantes do grupo é o destaque dado à interpretação cênica das músicas. Em 1990, o Coro Sinfônico estreou o espetáculo “Da Boca do Circo”, a primeira grande produção realizada pelo grupo. Posteriormente, montagens como a “Suíte dos Pescadores” e “Na Era da Rádio” fizeram grande sucesso em excursões pelo interior do Estado de São Paulo. Além de repertório a capella, o Coro possui também vasta experiência com obras sinfônicas, caso de “Vésperas Solenes”, “Réquiem”, “Missa da Coroação” e “Te Deum”, de Mozart; “Réquiem” de Fauré; “Missa em Sol” de Schubert, entre outras. O conjunto também se destaca pelo resgate e divulgação da música brasileira ao abordar obras de compositores como Villa-Lobos, Camargo Guarnieri, Osvaldo Lacerda, Edmundo Villani-Côrtes, Antonio Ribeiro, Ronaldo Miranda, entre outros.

O Coro do Conservatório de Tatuí lançou seu primeiro CD, “Expressões”, no ano de 2001 e é o único bicampeão do Mapa Cultural Paulista – tendo vencido as edições de 2001/2002 e 2007/2008.

Em 2011, junto com a Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, apresentou a cantata cênica “Carmina Burana”, de Carl Orff, na série de concertos TUCCA, na Sala São Paulo – projeto que foi representado em 2013. Em 2012, no mesmo projeto, realizou a “Sinfonia nº 9 em ré menor, op. 125 – Coral”, de L. Beethoven, com espetáculos em três cidades do Estado de São Paulo. Também nos últimos anos, o Coro Sinfônico vem se destacando em produções do Núcleo de Ópera do Conservatório de Tatuí. O grupo apresentou as óperas “Dido e Enéas”, de Henry Purcell (2009); “La Serva Padrona”, de Giovanni Battista Pergolesi, e “Orfeu no Inferno”, de Jacques Offenbach (2011); e “Orfeu e Eurídice”, de Christoph Willibald Gluck (2012). Em 2013, registrou apresentações com a Orquestra Sinfônica de Heliópolis, sob regência de Isaac Karabtchevsky. Em 2014, apresentou-se junto ao Coral Paulistano Mário de Andrade, além de realizar apresentações especiais, com destaque para o Réquiem, de Mozart, junto à Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Onofre Machado da Silva Junior

Secretário Municipal de Governo, Segurança Pública e Transportes de Tatuí. É responsável pela articulação política do governo. Cumpre função de caráter institucional através de relacionamento efetivo da chefia do Poder Executivo, e sua estrutura, com os poderes Legislativo (Câmara Municipal) e Judiciário. Cabe à pasta a gestão municipal de Segurança Pública, através da Guarda Civil Municipal e Defesa Civil. Também é responsável pela administração e organização do trânsito e transporte público, através de seus departamentos relacionados.

Delegado e bacharel em direito, Onofre Machado da Silva Junior acumula 30 anos de experiência como delegado de polícia, após ser aprovado pelo curso de formação da Academia de Polícia Civil do Estado de São Paulo e em seguida por concurso público, no qual foi lotado na Casa Civil do Governo de São Paulo. Exerceu cargos em Embu, Barueri, Iperó, Cesário Lange, Tietê, Itapetininga e Sorocaba, na Delegacia Regional de Polícia. Foi diretor da Ciretran em Tatuí por 11 anos consecutivos. Hoje, atua também no Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo, interior 7, e na corregedoria da Polícia Civil.

Vanessa Carvalho Hessel

A administradora Vanessa Carvalho Hessel acumula vasta experiência no setor. Foi gerente do Sítio do Carroção por nove anos. Em 2013, assumiu o cargo de diretora de Finanças da Prefeitura de Tatuí, sendo responsável pela organização dos fluxos de caixa e equilíbrio dos cofres públicos. Em novembro do mesmo ano é eleita como mordoma, integrando a equipe administrativa da Santa Casa. No hospital, foi responsável por ampliar as parcerias com o Executivo, contabilizando avanços como a reforma da UTI, a implantação do serviço de hemodiálise e o projeto de reestruturação e ampliação do Centro Cirúrgico.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

José Roberto Bertrami

José Roberto Bertrami (21/2/1946 Tatuí, SP-8/7/2012 Rio de Janeiro, RJ)  Instrumentista (pianista e tecladista). Compositor.

Ao lado dos músicos Alex Malheiros, Fredera, Victor Manga, Marcio Montarroyos, Ion Muniz e Raul de Souza, das cantoras Regininha, Dorinha Tapajós e Málu Ballona, e de Nonato Buzar, fez parte do grupo A Turma da Pilantragem, com o qual lançou os LPs "A Turma da Pilantragem" (1968), "A Turma da Pilantragem" (1969) e "A Turma da Pilantragem Internacional".

No início dos anos 1970, atuou como músico de estúdio, gravando com vários artistas, como participando de discos de vários artistas, como Raul Seixas, Rita Lee, Elis Regina e Odair José, entre outros, ao lado de José Roberto. 

Participou do evento "Phono 73", realizado pela gravadora Phonogram no Palácio de Convenções do Anhembi (SP), nos dias 11, 12 e 13 de maio de 1973. Neste ano, fundou, juntamente com Alex Malheiros e Ivan Conti, o grupo Azymuth, com o qual lançou os discos "O fabuloso Fittipaldi - trilha sonora do filme" (1973), "Azymuth", "Águia não come mosca" (1977), "Light as a feather" (1979), "October" (1980), "Telecommunication" (1982), "Cascades" (1982), "Rapid transit", "Flame" (1984), "Tightrope walker", "Crazy rhythm" (1988), "Carioca" (1989), "Tudo bem" (1990), "Curumim" (1991), "Carnival" (1995), "Azymuth 21 anos" (1996), "Misturada 2-Azymuth Remix", "Woodland warrior (1998), "Pieces of Ipanema" (1999), "Before we forget" (2000) e "Partido novo" (2002).

Lançou, em carreira solo, os LPs "Blue wave" (1983) e "All my songs" (1990), e o CD coletânea "Blue wave - Dreams are real" (1999).

Tem composições gravadas por Sílvio César, Airto Moreira, Flora Purim, Robertinho Silva e o grupo Fourth World, além do grupo Azymuth.

Faleceu no dia 8 de Julho de 2012, no Rio de Janeiro.

Obra

A caça (c/ Alex Malheiros)
A casa em que vivi
A festa (c/ Silvio César)
A woman
Águia não come mosca
Algodão doce
Amazônia (c/ Ivan Conti)
Amor (c/ Silvio César)
Antes que esqueça (c/ Alex Malheiros)
Araruama (c/ Alex Malheiros)
Avenida das Mangueiras
Barracos e arbustos
Blue wave
Brazil (c/ Ivan Conti)
Brazymuth
Brincando a fogo
Caça à raposa (c/ Alex Malheiros e Ivan Conti)
Cantar (c/ Silvio César)
Carambola (c/ Alex Malheiros e Ivan Conti)
Carta pro Airto
Castelo (c/ Alex Malheiros e Ivan Conti)
Chorodô (c/ Aleuda)
Dear Limmertz
Despertar (c/ Alex Malheiros)
Duro de roer (c/ Alex Malheiros e Ivan Conti)
Equipe 68 (c/ Alex Malheiros)
Estrada dos deuses (c/ Alex Malheiros e Ivan Conti)
Existe isto
Faça de conta
Falcon love call (Armazem nº 2)
Festa nativa
It's not a ballad
Jazz Carnival (c/ Alex Malheiros e Ivan Conti)
Juntos mais uma vez
Lambada in Tunisia
Last summer in Rio
Lembrando Milton
Livre como um pássaro (c/ Alex Malheiros e Ivan Conti)
Make mine guaraná
Manhã
Maracanã
Marrocos Clube (c/ Alex Malheiros)
May I have this dance
Melô da cuíca (c/ Alex Malheiros)
Melô dos dois bicudos (c/ Alex Malheiros e Ivan Conti)
Meu amigo (c/ Alex Malheiros e Ivan Conti)
Mimosa (c/ Alex Malheiros)
Montreal city
Montreux
Na calada da noite:(c/ Letz Braga)
Nome dele é Joan
O pescador
Partido alto (c/ Alex Malheiros e Flora Purim)
Partido alto nº 2
Partido novo (c/ Alex Malheiros, Ivan Conti e S. Bond)
Perigo de gol
Periscópio (c/ Alex Malheiros e Ivan Conti)
Pieces of Ipanema (c/ Alex Malheiros)
Pimenta malagueta (c/ Alex Malheiros)
Prelúdio em Grumari
Presa
Quanto vale um samba
Questão de ética (c/ Alex Malheiros)
Rosalie
Samba perpétuo
Sunderley samba
Tamborim, cuíca, ganzá, berimbau (c/ Alex Malheiros)
Tempo clássico (c/ Alex Malheiros)
Tempos atrás
Tempos do Paraná (c/ Paraná)
Toque de cuíca (c/ Alex Malheiros)
Tropical horizon (c/ Gomes)
Um abraço da mocidade
Uma mulher
Valsa for USA (c/ Alex Malheiros)
Vôo sobre o horizonte (c/ Paraná)


Discografia

(2002) Partido novo • Far Out Records
(2000) Before we forget • Far Out Records • CD
(1999) Blue wave - Dreams are real • Milestone Records • CD
(1999) Pieces of Ipanema • Far Out Records • CD
(1998) Woodland warrior • Far Out Records • CD
(1997) Misturada 2-Azymuth Remix • Far Out Records • CD
(1996) Azymuth 21 anos • Spotlight • CD
(1995) Carnival • Far Out Records • CD
(1991) Curumim • Enigma Records • CD
(1990) All my songs • Fama/CID • LP
(1990) Tudo bem • Enigma Records • LP
(1989) Carioca • Milestone
(1988) Crazy rhythm • Milestone
(1986) Tightrope walker • Milestone • LP
(1984) Flame • Milestone • LP
(1983) Blue wave • Milestone • LP
(1983) Rapid transit • Milestone • LP
(1982) Telecommunication • Milestone • LP
(1982) Cascades • Milestone • LP
(1980) October • Milestone • LP
(1979) Light as a feather • Milestone • LP
(1977) Águia não come mosca • Warner
(1975) Azymuth • Som Livre
(1973) O fabuloso Fittipaldi • Philips • LP
(1969) A Turma da Pilantragem • Philips • LP
(1969) A Turma da Pilantragem Internacional • Philips • LP
(1968) A Turma da Pilantragem • Philips • LP

Um dos criadores do trio instrumental Azimuth, de carreira internacional, José Roberto Bertrami possui composições instrumentais de sucesso na década de 70 como “Linha do Horizonte”, “Partido Alto" e “Jazz Carnival”. Fez arranjos para Elis Regina, Erasmo Carlos, Odair José, Raul Seixas, Flora Purim.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Wadih Helu

Wadih Helu - Formado pela Faculdade de Direito da USP, em 1955, Wadih Helu nasceu em Tatuí, em 15 de março de 1922. O advogado foi deputado estadual de 1979 e 1983, pela Arena; de 1983 a 1991, pelo PDS; de 1991 a 1995, pelo PTB; de 1995 e 1999, pelo PPR; e de 1999 a 2003, pelo PPB. Foi segundo vice-presidente da Assembleia em 1975 e 1976. Fez parte das Comissões de Administração Pública e Judiciária, foi secretário estadual de Administração entre 1979 e 1982, durante o governo de Paulo Maluf. Obteve na sua eleição à Constituinte 28.060 votos, a maioria na capital. Presidiu o Esporte Clube Corinthians Paulista entre 1961 e 1971. Durante a Constituinte, foi membro e relator da Comissão de Administração Pública e atuou nas comissões do Poder Judiciário e de Sistematização. Era filho de Tufic Salim Helu e Zoraide Vieira de Campos Helu. Foi também escrevente no TJ (Tribunal de Justiça) do Estado de São Paulo, de 1940 a 1955. Advogou em São Pauto e entrou na vida pública com filiação ao PDC (Partido Democrata Cristão), sigla pela qual concorreu, em 4 de outubro de 1959, a uma vaga a Câmara de São Paulo. Ficou como suplente, sendo chamado a exercer o mandato de vereador entre 1960 e 1963. Elegeu-se no pleito de 15 de novembro de 1966, pelo partido governista Arena (Aliança Renovadora Nacional), com 13.276 votos para a 6ª Legislatura, entre 1967 e 1971. No primeiro biênio, foi membro das comissões de Constituição e Justiça e de Assuntos da Capital, e suplente na Comissão de Divisão Administrativa e Judiciário. No governo de Laudo Natel à frente do Estado, tornou-se conselheiro da Caixa Econômica do Estado, permanecendo de 1966 a 1967. Nesse mesmo ano, solicitou dispensa para assumir mandato de deputado estadual. Faleceu em São Paulo no dia 7 de junho de 2011.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Márcio Fernandes de Oliveira

Márcio Fernandes de Oliveira é formado em história, filosofia e sociologia. Atua na rede pública e particular de ensino como professor e empresário na área da Educação. Dedica-se à área social há mais de 20 anos. É casado com a também professora Mirian Cubas e pai de uma menina, Rebeca. 

Assumiu no inicio de 2013 a coordenação do Departamento de Bem Estar Social e Cidadania de Tatuí, onde foi o responsável pela implantação de dois novos Centros de Referencia em Assistência Social (CRAS) no município: Jardim Gonzaga e Santa Rita. O setor é responsável pela gestão do Centro de Referência Especializada em Assistência Social (CREAS), do Banco de Alimentos e da Casa de Acolhimento.

O Professor Márcio, como é conhecido, foi candidato a vereador pelo Partido dos Trabalhares em 2012.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

LITAC – Liga Tatuiana de Assistência a Cancerosos

A LITAC iniciou suas atividades em 1986, através de um grupo de mulheres que, verificando a necessidade crescente da comunidade em esclarecer e tratar do câncer, iniciaram o assistencialismo. No começo, ninguém esperava que a entidade pudesse estabelecer tanto auxílio à comunidade, encaminhando e orientando sobre o tratamento, se tornando uma das principais da cidade nesta forma de atendimento.

O maior potencial da entidade são as 50 pessoas envolvidas no trabalho voluntário. A LITAC assiste a 138 pessoas portadoras de câncer, sem distinção alguma de etnia, credo, sexo, idade; promove mensalmente auxilio para estas pessoas doentes nas mais diversas necessidades: fornecimento de medicamento, leite in natura, leite em pó e suplementos alimentares.

Para entrar em contato para ajudar: telefones 15 3251.1544 / 15 3305 6051 ou à Rua Cornélio Vieira de Camargo, 49 – Centro.

Donativos oferecidos pelo Projeto Acertar de Ação Social: doação de um equipamento de informática – computador completo com monitor 17”; com o intuito de otimizar os trabalhos administrativos da entidade.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Fernando Franco de Oliveira

Fernando Franco de Oliveira, aos 37 anos, entra para o RankBrasil em 2014 por ser o homem mais tatuado do país com 99% do corpo coberto. Além das imagens na pele, ele possui bifurcação da língua, 5 alargadores, 6 piercings e 16 implantes.

A primeira tatuagem feita pelo recordista foi um tribal na perna esquerda em 2004, que acabou coberta por outros desenhos tempo depois. Na época, Fernando trabalhava como soldador em uma fábrica e após sofrer um acidente precisou ser aposentado.

Foi quando tomou gosto pela arte na pele e tornou-se tatuador em Tatuí (SP), cidade onde nasceu e vive até hoje. “Sempre gostei da etnia tribal e indígena. Não queria deixar morrer essa cultura. Quando comecei com as tatuagens, decidi que seria o mais tatuado do Brasil”.

Ao longo desses 10 anos foram tantas horas na maca que é impossível calcular quanto tempo levou fazendo as figuras. O recordista possui tatuagens em praticamente todo o corpo, na sola dos pés e até na região genital, feita por ele mesmo.

Míriam Braga

Míriam Braga é bacharel em piano pelas Faculdades São Judas e mestre em música pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Ela coordena área de música de câmara e integra o corpo docente da área de piano e música de câmara do Conservatório de Tatuí. Atua, também, como “clinician” e pianista exclusiva no projeto “Sopro Novo Bandas", da Yamaha Musical do Brasil. Estudou Piano Performance na UFRJ, turma de 1992.

Feira do Doce

Feira do Doce - Considerada o maior evento do segmento gastronômico doceiro do interior paulista, a Feira é reconhecida nacionalmente pelo SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e está incluída no Calendário Turístico do Estado de São Paulo, através da Lei Estadual nº 15.844/2015. Com isso, vem ganhando cada vez mais visibilidade, prova que em 2017, foi adotada a nomenclatura “Feira do Doce”, em vez da anterior “Festa do Doce”, para enfatizar o caráter empreendedor dos produtores de doce. Em 31 de maio deste mesmo ano, a lei nº 16.429, fez com que o Governo do Estado de São Paulo classificasse Tatuí como um Município de Interesse Turístico (MIT), por seu grande potencial neste segmento. 

A Feira desenvolve o turismo gastronômico e cultural e movimenta a economia local, com o objetivo principal de valorizar os produtores de doce do município e promover a cidade turisticamente como a “Terra dos Doces Caseiros”.

Criada em 2013, com o nome de Festa do Doce, a feira fortaleceu o turismo do município e proporcionou um incentivo a empreendedores tatuianos que lutavam por reconhecimento. Em 2013, o evento atraiu mais de 40 mil pessoas, com fluxo estimado de 1,5 mil visitantes por hora. Foram comercializadas mais de quatro toneladas em caixas e 31 mil unidades de doce, além de água e refrigerante, durante os dois dias de evento, contabilizado um volume negociado que superou os R$ 350 mil. Na edição de 2014, o evento ganhou ainda mais força e reuniu 40 expositores e mais de 54 mil pessoas passaram pela Praça da Matriz durante os três dias de festa. O resultado da venda de doces foi igualmente expressiva: 127 mil unidades.

Igreja Adventista do Sétimo Dia

A Igreja Adventista do Sétimo Dia inicia sua história em Tatuí no ano de 1946, quando aconteceu na cidade a primeira série de conferência evangelística. Na época apenas uma família era adventista.

Em 1962 foi formado o primeiro grupo da Igreja Adventista de Tatuí e região. Eles foram além e deram início a construção de um templo e em 1966 foi inaugurada a IASD Central de Tatuí, que permanece no mesmo local, na Rua Teófilo Andrade Gama.

Na ocasião os pioneiros foram convidados para estarem presentes e participarem de mais um momento histórico. O pioneiro José Carlos Floriano Peixoto, de 70 anos, foi o primeiro a fazer uma Semana do Calvário e na ocasião a igreja ficou lotada. Para ele ver a igreja empenhada na pregação do evangelho, como foi no passado, é especial.

Outro grande marco para Igreja Central foi a chegada da Casa Publicadora Brasileira em 1985. Sendo a Central a única igreja Adventista da cidade e região, todos funcionários da editora passaram a frequentar ali. Para poder comportar todos eles, a igreja passou a realizar cultos em horários diferentes.

Concurso Nacional de Composição para Bandas

Em sua primeira edição, o Concurso Nacional de Composição para Bandas – modalidade Banda Sinfônica realizado em Tatuí registrou inscrições de obras apresentadas por músicos de 14 cidades de três estados brasileiros. Os concorrentes vieram de São Paulo, Minas Gerais e do Rio de Janeiro, tendo apresentado seus trabalhos entre os dias 31 de março e 28 de julho deste ano de 2014.

O maior número de composições inscritas é de São Paulo, com candidatos de dez municípios. Concorreram músicos de Campinas, Barueri, Itanhaém, Itapevi, Nova Friburgo, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto, São Carlos, São José do Rio Preto, Sorocaba e Tatuí. Também do Sudeste, participaram artistas de Belo Horizonte, em Minas Gerais, e de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Os concorrentes apresentaram composições originais e inéditas, sobre temas livres. As obras passaram por análises conforme critérios estabelecidos no regulamento (poderão conter um ou mais movimentos, têm de ser acompanhada de nota introdutória e duração mínima e máxima conforme níveis).

O concurso teve realização em duas fases: eliminatória e final. Na primeira, quatro composições de cada nível (ao todo, são seis) foram selecionadas para a final. Na segunda, no final de semana passado, elas foram executadas “ao vivo” pela Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí.

Torneio Estadual de Cururu

Criado em 2008, o Torneio Estadual de Cururu tem por objetivos apresentar a tradição aos que a ainda não a conhecem, festejá-la entre os conscientes de sua importância e preencher uma lacuna no interior do Estado de São Paulo, que é a falta de eventos voltados ao gênero raiz.

O cururu é uma das manifestações mais importantes da tradição caipira e tem sua raiz na região do Médio Tietê. As cidades dos cururueiros são Sorocaba, Piracicaba, Votorantim, Piedade, Pilar do Sul, Laranjal Paulista, Araçoiaba da Serra, Itapetininga, Angatuba, Conchas, Pereiras, Porto Feliz, Tietê, Porangaba, Cesário Lange, Boituva, Cerquilho, Tatuí, Itu, Capela do Alto, entre outras.

Os desafios deste estilo de música caipira são bastante informais, ocasionalmente levando em conta as características pessoais de seus praticantes. As rimas devem seguir regras específicas: os cantores sempre rimam as palavras com as últimas sílabas iguais – essas são denominadas de “carreiras”.

As palavras seguem sonoridade popular. O tema é escolhido pelos próprios cururueiros.

Cia de Teatro do Conservatório de Tatuí

A Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí é um corpo estável da instituição que reúne profissionais e alunos avançados do Curso de Teatro Adulto. A Cia. apresenta-se em cidades do interior do Estado de São Paulo e participa de festivais nacionais. Em 2010, com “Rosa de Cabriúna”, venceu o 23º Festival de Teatro do Rio de Janeiro, realizado em âmbito nacional; e conquistou o prêmio de melhor ator coadjuvante no 38º FENATA – Festival de Teatro de Ponta Grossa (PR). Além da peça “Como Fazer Teatro em Cinco Lições”, a Cia. tem em seu repertório as peças “Rosa de Cabriúna”, de Luís Alberto de Abreu, “Vereda da Salvação”, de Jorge Andrade, “Um Chorinho para Dona Baratinha” (em parceria com o Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí).

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Edson Lopes

Edson Lopes é coordenador da Camerata de Violões do Conservatório de Tatuí. Formado pelo Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” e pela Trinity College of Music de Londres. Durante seus estudos participou de vários concursos de violão, obtendo em todos o primeiro lugar, tendo como destaque: “II Concurso de Jovens Instrumentistas” promovido pela Rede Globo de Televisão no programa “Concertos para a Juventude” e “I Concurso Nacional de Violão” promovido pelo Banco do Brasil. Em 1979, frequentou o XXII Curso de “Musica en Compostela” (Espanha), sob a orientação do professor José Tomás (assistente de Andrés Segovia), onde foi considerado o “aluno mais destacado”. O destaque lhe valeu como prêmio uma nova Bolsa de Estudo para o ano seguinte. Já se apresentou em diversas cidades do Brasil como solista, em duo, trio e com orquestra. Como integrante do Brazilian Guitar Quartet, realizou concertos nas cidades de Houston, Dallas, Austin, Seattle, Pittsburgh, Albuquerque, Hollywood, Indianápolis, Washington, Nova Iorque, entre outras.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Vera Holtz

Vera Holtz (Tatuí/SP, 1953) é atriz.

Biografia

Vera Lúcia Fraletti Holtz, que adotou o nome artístico de Vera Holtz, nasceu em Tatuí, no interior de São Paulo, no dia 7 de agosto de 1953, onde chegou a ser coroada Rainha da Primavera. Formada em Artes Plásticas e Desenho Geométrico, mudou-se para São Paulo, em 1971, para estudar na Escola de Artes Dramáticas da USP (EAD/USP). Depois de trabalhar no Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade de São Paulo (IPT), transferiu-se para o Rio de Janeiro, em 1977, onde desenhava mapas, além de estudar piano e fazer um curso de Arte Dramática, na UniRio.

Sua carreira de atriz começou em 1979, como figurante no espetáculo “Rasga Coração”, de Oduvaldo Vianna Filho. Só dois anos depois, passou a fazer parte do Grupo Tapa, do diretor Eduardo Tolentino de Araújo, onde participou dos espetáculos “O Anel e a Rosa” (1981), “Tempo Quente na Floresta Azul”(1983), e “Caiu o Ministério”(1985). Em 1986, trabalha com o diretor Gerald Thomas, no espetáculo "Electra Com Creta". Em 2001, voltou aos palcos em “Dias Felizes” e, em 2002, em “Não Ficamos Muito Tempo...Juntos”. A notoriedade chegou com a peça "Pérola", de Mauro Rasi.

Na tevê, substituiu Joana Fomm na novela "Paraíso Tropical", de Gilberto Braga e Ricardo Linhares. Deu vida à vilã da novela das sete "Três Irmãs", de Antônio Calmon, e, em 2010 está na novela Passione, de Sílvio de Abreu. Em 2012, é uma das atrizes principais da novela "Avenida Brasil", no papel de Lucinda. Em 2013, estreia como Dona Redonda, no remake de "Saramandaia".
Teatro
1975- As Feiticeiras de Salem, de Arthur Miller, direção de Alberto Guzik
1975- Tribobó City, de Maria Clara Machado, direção de Terezinha Aguiar
1978- Visões de Simone Machard, de Bertolt Brecht, direção de Antonio Mercado
1978- O Interrogatório, de Peter Weiss, direção de José Eudes de Alencar
1979- Cidade Assassinada, de Antonio Callado, direção de Juracy Chamarelli
1979- Procura-se uma Imperatriz, Criação Coletiva Grupo Diga ao Povo que Fico, direção de Celina Sodré
1979- Rasga Coração, de Oduvaldo Vianna Filho, direção de José Renato
1980- Queridos Monstrinhos, de Paulo César Coutinho, direção de Chico Terto e David Pinheiro - Indicação Prêmio Mambembe de Melhor Atriz de Teatro Infantil
1980- As Doutoras, de França Júnior, direção de João Bettencourt
1981- Carmem, de Bizet, direção de Sérgio Britto
1981- O Anel e a Rosa, de W.M. Thackeray, direção de Eduardo Tolentino de Araújo
1981- Na terra do Pau-brasil Nem Tudo Caminha, Viu?, texto e direção de Ary Fontoura
1982- La Bohème, de Puccini
1982- E Agora, Hermínia?, de Claude Magnier, direção de Bibi Ferreira
1983- O Dia em que Alfredo Virou a Mão, texto e direção de João Bettencourt
1983- Tempo Quente na Floresta Azul, de Orígenes Lessa, direção de Eduardo Tolentino de Araújo
1983- Motivo Simples, texto e direção de Celina Sodré
1984- Último Tango em Huahuatenango, da San Francisco Mime Troupe, direção: Marcio Augusto
1984- Sem Sutiã – uma Revista Feminina, de Celina Sodré e Fátima Valença, direção de Alice Viveiros de Castro e Celina Sodré
1985- Astrofolia, de Antonio Adolfo, Paulinho Tapajós e Xico Chaves, direção de Lauro Góes - Prêmio Mambembe de Melhor Atriz de Teatro Infantil
1985- Caiu o Ministério, de França Júnior, direção de Celso Lemos
1985- Theatro Musical Brazileiro (1860/1914), roteiro de Marshall Netherland e Luiz Antonio Martinez Corrêa, direção de Luiz Antônio Martinez Corrêa
1986- Mahagonny, de Bertolt Brecht, Elizabeth Hauptmann e Kurt Weill, direção de Luiz Antonio Martinez Corrêa
1986- Electra Com Creta, texto e direção de Gerald Thomas
1988- Qualquer Nota, roteiro Flávio Marinho e Stela Miranda, direção de Flávio Marinho
1989- A Bela Aborrecida, musical infantil de Paulo César Coutinho, direção de Edwin Luisi e Flávio Marinho - Indicação Prêmio Shell de Melhor Atriz Coadjuvante
1989- Ópera Joyce, de Alcides Nogueira, direção de Márcio Aurélio
1990- Lamartine para Inglês Ver, direção e roteiro de Antonio Debonis
1990- O Protagonista, direção de Jacqueline Lawrence
1990- Amor com Amor se Paga, de França Júnior e Amir Haddad
1991- Um Certo Hamlet, companhia Os F... Privilegiados, direção e adaptação de Antonio Abujamra - Prêmio Shell de Melhor Atriz
1991- Phaedra, de Jean Racine, companhia Os F... Privilegiados, direção de Antonio Abujamra
1991- Quartett, de Heiner Muller, direção de Adyr D´Assumpção
1992- O Retrato de Gertrud Stein Quando Homem, de Alcides Nogueira, direção de Antonio Abujamra
1992- Volta ao Lar, de Harold Pinter, direção de Luiz Arthur Nunes
1994- Medeiamaterial, de Heiner Muller, com o bando de Teatro Olodum, direção de Márcio Meireles
1995– Pérola, texto e direção de Mauro Rasi - Prêmios Mambembe, Shell, Sharp e Apetesp de Melhor Atriz
2000- Theatro e Artes Plásticas, com os diretores Adriano e Fernando Guimarães - Projeto Felizes para Sempre, inspirado na obra de Samuel Beckett
2004- Intimidade Indecente, de Leilah Assunção, direção de Regina Galdino
2012- Palácio de Fim, de Judith Thompson, direção de José Wilker

Cinema
1979- Profissão Emergente, de Jesus Chediak
1983- Feras em Fuga, de Mássimo Tarantini
1992- Mil e Uma, de Suzana Moraes
1993- Diário Noturno, de Monique Gardenberg
1994- Menino Maluquinho, o Filme, de Helvécio Ratton
1994- Assim na Tela como no Céu, de Roberto Miranda
1994- Tônica Dominante, de Lina Chamie
1994- Pecado Capitalista, de André Klotzel
1994- Carlota Joaquina, de Carla Camurati
2004- Anjos do Sol, de Rudi Lageman
2004- Bendito Fruto, de Sérgio Goldenberg

Televisão
1980- Coração Alado, de Janete Clair
1981- O Ex-Presidiário, direção de Maurício Sherman (TV Educativa)
1982- Quem Ama não Mata, de Euclydes Marinho
1982- Parabéns pra Você, de Bráulio Pedroso
1983- O Ídolo, texto de Gonçalves César, adaptação de Aguinaldo Silva
1984- Corpo a Corpo, de Gilberto Braga
1988- Que Rei Sou Eu?, de Cassiano Gabus Mendes
1989- Desejo, minissérie de Glória Perez
1990- Top Model, de Walter Negrão e Antônio Calmon
1991- Barriga de Aluguel, de Glória Perez
1991- Vamp, de Antonio Calmon
1992- De Corpo e Alma, de Glória Perez
1993- Fera Ferida, de Aguinaldo Silva, Ricardo Linhares e Ana Maria Moretzsohn
1994- O Compadre de Ogum, de Jorge Amado
1995- A Próxima Vítima, de Silvio de Abreu, Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira
1996- O Fim do Mundo, de Dias Gomes
1998- Por Amor, de Manoel Carlos
1999- Mulher, de Daniel Filho, Antônio Calmon e Elizabeth Jhin
1999- A Muralha, de Maria Adelaide Amaral
2000- Uga Uga, de Carlos Lombardi
2001- Presença de Anita, de Manoel Carlos
2002- Desejos de Mulher, de Euclydes Marinho
2003- Mulheres Apaixonadas, de Manoel Carlos
2004- Cabocla, de Benedito Ruy Barbosa
2005- Belíssima, de Silvio de Abreu
2006- O Profeta, de Walcyr Carrasco
2007- Paraíso Tropical, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares
2008- Três Irmãs, de Antônio Calmon
2008- Dilemas de Irene (GNT)
2010- Passione, de Sílvio de Abreu
2012- Avenida Brasil, de João Emanuel Carneiro
2013- Saramandaia, de Dias Gomes

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